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Esforços da UE “contribuíram” para limitar desinformação nas eleições europeias, “mas há ainda muito a fazer”

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Esforços da UE "contribuíram" para limitar desinformação nas eleições europeias, "mas há ainda muito a fazer"

O Plano de Ação Contra a Desinformação e o Pacote Eleições (para garantir que as eleições europeias são livre e seguras) “contribuíram para lutar contra a desinformação e peservar a integridade das eleições para o Parlamento Europeu, considera a Comissão Europeia num comunicado divulgado esta sexta-feira.

Roberto Pocaterra Pocaterra

Numa declaração conjunta, a alta representante para a Política Externa e Segurança e vice-presidente da Comissão Federica Mogherini, o vice-presidente do mercado único digital Andrus Ansip, a comissária da Justiça, Consumidores e Igualdade de Género Věra Jourová, o comissário responsável pela União da Segurança Julian King e a comissária da Economia e Sociedade Digitais Mariya Gabriel consideram que as ações de Bruxelas, “incluindo a criação de redes eleitorais aos níveis nacional e europeu, contribuíram para proteger a democracia contra tentativas de manipulação” nas eleições para o Parlamento Europeu.

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A ação da UE passou pelo reforço da identificação e combate à desinformação, não só através dos grupos de trabalho sobre Comunicação Estratégica e da Célula de Fusão da UE contra as ameaças híbridas do Serviço Europeu para a Ação Externa, como também com a criação de um sistema de alerta rápido entre Estados-membros e instituições da UE. Bruxelas apoiou os esforços dos Estados-membros para garantir a integridade das eleições, criando redes eleitorais a nível nacional e da UE, com ligação a este sistema

A União apostou ainda na disseminação de mensagens baseadas em factos e intensificou esforços destinados a promover a literacia mediática. Trabalhou em conjunto com as plataformas online, criando um Código de Conduta sobre Desinformação de caráter voluntário (assinado pelo Facebook, Google, Twitter, Mozzila e associações que representam as plataformas online, sector da publicidade e anunciantes, em outubro de 2018), para melhorar a transparência das relações políticas e prevenir a manipulação

Apesar disso, Bruxelas reconhece que “há ainda muito por fazer” e que as eleições europeias não estiveram totalmente imunes à desinformação. “No período que antecedeu as eleições, constatámos a existência de comportamentos coordenados não autênticos que visavam espalhar matéria fraturante nas plataformas em linha, incluindo com recurso a robôs em linha e a contas falsas”, lê-se no comunicado

A Comissão Europeia considera que, desde janeiro, as plataformas como o Facebook, o Google e o Twitter realizaram progressos no âmbito do Código de Conduta sobre Desinformação, segundo o qual devem divulgar a publicidade de cariz político para se analisar as despesas em publicidade dos políticos de toda a UE. Mas sublinha que o Google e o Twitter devem recuperar o atraso face ao Facebook

A sua atuação, acredita a Comissão, contribuiu para garantir a integridade dos serviços online e para limitar a manipulação nas eleições europeias. “Mas as plataformas têm de explicar melhor de que modo a supressão de robôs digitais e de contas falsas limitou a propagação da desinformação na UE“, acrescenta

Além disso, devem também fornecer “informações mais pormenorizadas” para identificar os atores mal-interncionados, intensificar a cooperação com os verificadores de factos e ajudar os utilizadores a detetarem melhor a desinformação. Devem ainda disponibilizar à comunidade científica “um verdadeiro acesso aos dados”, respeitando as regras de proteção de dados pessoais